Os Portões de Chifre e Marfim, originários da literatura grega, simbolizam a distinção entre sonhos verdadeiros e falsos, com a porta de chifre representando a verdade translúcida e a de marfim, a ilusão opaca. Presente em obras clássicas como a Odisseia de Homero e a Eneida de Virgílio, este conceito reflete sobre a natureza premonitória ou enganosa das visões oníricas.